sábado, 9 de março de 2013

"I'm going crazy, in this big white room my mind".

Ultimamente estou com muita vontade de me expressar (gritar para o mundo ouvir), mas não sei bem como fazer isso.
Queria tanto que as coisas fossem como eu imagino, ia ser tão bom. Mas, não sou um desenho animado, não posso simplesmente desenhar as coisas como quero que elas sejam e ponto. 
Temos que aprender a aceitar a vida e as coisas que ela nos traz, quando nos conformamos fica mais fácil.
É difícil, mas é um mal necessário.
Podemos ter raiva de nós mesmos, ou de outra pessoa, em alguns momentos, mas isso passa um dia.
O tempo é um ótimo remédio para o coração.
Mas a nossa consciência nos condena ao mesmo tempo que a nossa imaginação tenta nos fazer acreditar naquilo que achamos que é melhor no momento.

Sei que algumas vezes é complicado, mas prefiro sempre tentar achar um lado bom para as coisas que nos acontecem. As vezes demoro um pouco, mas acabo achando, sem duvidas.
Tento me segurar ao máximo sempre, manter um certo equilíbrio, então, quando menos espero me revolto e me indigno com o mundo e com a vida.
Mas chego sempre a conclusão mais óbvia, algumas coisas não tem remédio, elas tem que ser superadas pela dor, pra depois darmos mais valor aos momentos bons, ou seja, se conforme pois é assim que tem que ser.

"É preciso conhecer os temporais pra ter alguma calmaria."



quinta-feira, 7 de março de 2013

Amizade

"Amigo é uma coisa pra se guardar do lado direito do peito..."

Como é bom ter amigos.
Aqueles do peito, aqueles que te acolhem quando você precisa.

Que te consolam, te dão uma dura quando é preciso.
Amigos também servem para te ajudar a seguir no caminho.
Amigos que nos fazem felizes, no trazem coisas boas, que nos ensinam a amar.

Amigos como irmãos, como primos...
Super amigos, amigos de infância, amigos que te ajudam com tudo...

Infelizmente, também existem os amigos da onça, mas...
Isso é conversa pra outra hora!

Antes de tudo

Eu era uma pessoa daquele tipo que vive em um mundo criado da própria imaginação, cheio de fantasias. 
Tudo que eu acreditava era lindo. Pra mim o mundo era maravilhoso, cheio de luz, de pessoas boas... Mas, recentemente, eu acordei. Simplesmente um dia abri os olhos e vi o mundo de outra forma. Vi o que as pessoas, mas especificamente, os jovens de hoje em dia, fazem com suas vidas. Não que eu também não fizesse isso, mas em um momento, de repente, aquilo tudo perdeu a graça. Comecei a me perguntar o que eu tava fazendo no meio daquelas pessoas, das pessoas que não ligam pra nada, das pessoas que são egoístas e fazem o que querem por impulso, que não se importam com as consequências.  E ai, eu decidi ser diferente. 
Decidi dar um basta nas coisas fúteis e pensar no que a vida é de verdade. No que é viver, no que é ser um humano, imperfeito, com problemas além de o que vestir hoje ou com qual garoto eu vou sair.
Parei pra pensar que há muito mais do que isso, do que a Terra e as coisas materiais, do que me comportar de qualquer jeito e só querer fazer tudo que puder naquele momento, mesmo que não seja bom, mas por um simples divertimento e prazer passageiro.
Não parei de acreditar em coisas boas, ou no amor, ou na felicidade, ou na amizade, ou na família. Mas passei a perceber que existem coisas ruins também, que nos acompanham se não levamos coisas boas com a gente. Um recipiente sempre está cheio de alguma coisa, e assim é o nosso coração, sempre tem algum sentimento, e se este não for bom, é isso que estaremos disponíveis a passar para os outros e é isso que receberemos em troca. 
Resumindo, o que mudaram foram as minhas prioridades, os meus valores e ideais. Em alguns lugares me sinto diferente agora, não me sinto mais acolhida em qualquer lugar como antes, me sinto bem onde tem energias boas, e as energias ruins me excluem de certa maneira, aonde elas dominam. 
É como se antes eu tivesse um sinal negativo como a maioria, então me identificava com essas pessoas e me sentia igual a elas. Mas hoje, é como se o meu sinal tivesse positivo e as pessoas com negativo não se sentem bem do meu lado, como eu não me sinto na presença delas. 
De certa forma, isso é bom, me dá discernimento para filtrar minhas companias e me sentir melhor comigo mesma e com os outros.